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Marketing em 16 de julho de 2026

Subversão do marketing

Marcas ironizam veto da Fifa

O bom humor e a provocação, marcas continuaram no centro da conversa, revertendo o negativo em benefícios comerciais.

A decisão da Fifa de esconder marcas comerciais nos estádios da Copa do Mundo de 2026,vem dos direitos de exclusividade de propaganda que os organizadores do eventos e patrocinadores oficiais acordaram para buscar benefícios econômicos no investimento do evento. A regra da FIFA determinou que nomes e logotipos de marcas não patrocinadoras oficiais do torneio sejam retirados ou cobertos durante a competição. Dos 16 estádios que receberam as partidas da copa do mundo, 15 têm contratos de naming rights e foram impactados pela decisão. Contudo a aquisição dos naming rights é um movimento de marketing de alto impacto para também apoiar investimentos e em grande parte depende de mudanças estruturais nos estádios. 

Entre as reações que mais repercutiram está a da Levi’s, dona dos direitos de nome do estádio de Santa Clara, na Califórnia. A empresa publicou uma imagem com o logotipo coberto por um pano branco e ainda mudou a própria foto de perfil nas redes sociais e em algumas lojas, adotando a mesma estratégia, exibindo a marca “encoberta” em alusão à regra.

A Gillette seguiu caminho parecido no estádio de Boston. A marca publicou uma imagem em que o símbolo da arena aparece coberto por um material que lembra espuma de barbear. Na postagem, escreveu: “Pelo menos pudemos escolher como o cobrimos”. A publicação ganhou repercussão e ainda recebeu resposta bem-humorada da Levi’s, que comentou: “Ah, então há preferidos…”.

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