
Estudo mostra impacto do preço, rotina familiar e desinformação na alimentação
O sucesso de um produto hoje não depende apenas dele, mas de como ele é divulgado, resolve os problemas cotidianos do consumidor e cabe em seu bolso. De acordo com a pesquisa realizada pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) realizada com cerca de 600 famílias em comunidades urbanas de três cidades brasileiras,revela que o consumo de alimentos ultraprocessados em famílias brasileiras não é apenas uma escolha individual, mas o resultado de um complexo sistema de pressões sociais, econômicas e logísticas. Para o mundo corporativo e o empreendedorismo, esse cenário oferece lições valiosas sobre comportamento do consumidor, responsabilidade social e oportunidades de inovação.
Pontos que eu destaco, dentre tantos outros pontos que pode-se tirar de uma pesquisa de mercado séria:
Há um apontamento na pesquisa que os ultraprocessados são vendidos com mensagens “sedutoras” que os associam à modernidade e felicidade, superando a imagem do tradicional verdura,legumes e frutas. Em contrapartida, o marketing de produtos saudáveis muitas vezes foca no “dever” ou na “restrição”. As empresas podem aprender com a indústria de ultraprocessados a vender desejo, pertencimento e aspiração em se tornar culturalmente relevante! Aí não tem idade.
A pesquisa destaca a “sobrecarga das mães” e a rotina exaustiva como gatilhos para o consumo de ultraprocessados.Visão para empresários, se o seu produto exige tempo ou esforço do cliente, ele está em desvantagem competitiva contra soluções menos saudáveis, mas mais rápidas. O desafio para empresas de alimentação saudável é mimetizar a conveniência do ultraprocessado (pronto para consumo, condicionamento eficiente, fácil transporte ou fácil acesso) sem sacrificar a qualidade nutricional.
A pesquisa aponta 67% das famílias acham ultraprocessados baratos, a grande maioria vê frutas e verduras como caras. Logo o empresário pode notar que existe uma falha na comunicação de valor ou na eficiência da cadeia de suprimentos. Empresas que conseguirem democratizar o acesso a alimentos in natura através de novos modelos de logística (ex: venda direta do produtor, assinaturas de “frutas tristes” com desconto) têm um mercado vasto a explorar. A lição é que o preço não é apenas o número na etiqueta, mas o custo de oportunidade e o desperdício envolvido.
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