
Coface registrou um lucro recorde de € 222 milhões em 2025
Para #empresas que não tem como pagar um seguro de crédito, elas podem mitigar riscos de #inadimplência adotando uma #gestão de crédito rigorosa e utilizando ferramentas acessíveis de baixo custo. O primeiro passo é a consulta sistemática do #SerasaExperian ou #BoaVistaSCPC, integrando essa etapa ao processo de #vendas para evitar #clientes com histórico de protestos ou pontuação de score baixa. Paralelamente, a formalização de contratos detalhados com cláusulas de garantias, como a alienação fiduciária ou o uso de notas promissórias, oferece maior segurança jurídica em caso de cobrança judicial. Outra estratégia eficaz é a diversificação das formas de recebimento, priorizando o cartão de crédito ou a antecipação de recebíveis, onde o risco da transação é transferido para a operadora financeira. No campo operacional, manter um cadastro atualizado e estabelecer réguas de cobrança automáticas previne o esquecimento e sinaliza profissionalismo ao devedor. Além disso, a troca de informações em associações comerciais locais ou sindicatos patronais ajuda a identificar maus pagadores recorrentes na região antes mesmo da primeira venda. Por fim, a implementação de limites de crédito progressivos para novos clientes permite testar a pontualidade do comprador com exposição financeira controlada, garantindo que o fluxo de caixa não seja comprometido por uma única operação mal-sucedida.
O lucro da #Coface, consolida-se como um termômetro vital da economia global em 2026. Esse desempenho histórico foi impulsionado pela escalada das incertezas geopolíticas, taxas de juros persistentes e uma nova onda de protecionismo, fatores que elevaram o receio de calotes corporativos e dispararam a demanda por seguro de crédito. Mais do que apenas indenizar perdas, a companhia viu sua divisão de serviços de informação crescer dois dígitos, transformando dados estratégicos sobre a saúde financeira de empresas em um produto de altíssima rentabilidade.
Com uma taxa de retenção de clientes próxima a 93%, a seguradora francesa demonstra que, em um cenário de falências recordes e transições tecnológicas disruptivas, o mercado prioriza a previsibilidade. O uso de inteligência artificial para scoring de risco em tempo real permitiu à Coface manter a sinistralidade sob controle, mesmo diante da volatilidade dos mercados emergentes e das novas tarifas comerciais. Como reflexo dessa solidez operacional e da forte geração de caixa, a empresa anunciou a distribuição de 84% do seu lucro aos acionistas, sinalizando que a gestão do risco e a venda de inteligência comercial tornaram-se os pilares centrais de crescimento para 2026. Esse movimento reforça que, quanto maior a instabilidade nos fluxos de comércio globais, mais essencial se torna o papel das plataformas de análise de crédito.
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